• maternar
    Dark Feminine,  Mitos e Contos,  Sagrado Feminino

    Maternar-se: Cuidar da Deméter (Mãe) em nós

    No artigo anterior (lê aqui) falei um pouco sobre as várias faces do arquétipo da Mãe, dando o exemplo da deusa Grega Deméter. Tal como prometido, hoje escrevo sobre algumas coisas que podemos fazer para cuidar da Deméter em nós. O mito Para quem não conhece o mito de Deméter e Perséfone, faço um pequeno resumo. Existem várias versões, mas resumidamente o mais conhecido diz que Deméter e a filha tinham uma ligação muito grande. Deméter é a deusa das colheitas, Perséfone é deusa da Primavera. Um dia Hades, deus do Submundo, rapta Perséfone e leva-a com ele. Deméter fica desesperada, não sabendo o que se passou com a sua…

  • Deméter
    Dark Feminine,  Mitos e Contos,  Sagrado Feminino

    Deméter: Mãe Nutridora e Mãe Destruidora

    Deusas de Luz e Sombra Existem deusas que associamos facilmente às sombras, à escuridão, e vemos como representantes do nosso “lado escuro”. É fácil fazermos essas associações, atribuirmos características negativas às deusas escuras, aquelas que estão mais ligadas ao Submundo, e a aspectos como a destruição, a sensualidade, o prazer. Dentro delas temos, por exemplo, Kali, Hécate, Lilith, Cerridwen, e tantas outras. Contudo, mesmo aquelas deusas que não costumam ser incluídas neste grupo podem representar aspectos menos agradáveis de nós. A Deusa, nas suas mais variadas faces e representações, contém luz e sombra. Deméter e o Arquétipo da Mãe Dou como exemplo Deméter, associada ao arquétipo da Mãe. Ela representa…

  • Escritos da Alma,  Reflexões

    Permites-te descansar?

    Um mundo maioritariamente focado na produtividade, sucesso, em fazer o máximo de coisas num tempo limitado, faz-nos sentir muitas vezes culpa quando precisamos de parar, de descansar. Esquecemos que a vida é feita de ciclos, de expansão que alterna com introspecção, e que o descanso é necessário para nos mantermos saudáveis e permite que estejamos mais focados nos momentos em que saímos do nosso ninho. A normalização do descanso é necessária. Não temos de estar sempre a fazer, a criar, a partilhar, a materializar e “trazer coisas cá para fora”. Há momentos em que o trabalho interno nos chama e não estamos tão emocionalmente disponíveis para a acção no mundo…